terça-feira, 28 de maio de 2013

Felizmente há luar!

Um livro que não se esquece nunca!



Denunciando a injustiça da repressão e das perseguições políticas levadas a cabo pelo Estado Novo, a peça «Felizmente Há Luar!», publicada em 1961, no mesmo ano de «Angústia para o Jantar», esteve proibida pela censura durante muitos anos. Só em 1978 foi pela primeira vez levada à cena, no Teatro Nacional, numa encenação do próprio Sttau Monteiro.
«Eu sou um homem de teatro concreto, real, de palco. Para mim, o teatro surge quando está no palco, quando estabelece uma relação social, concreta, num povo e num grupo. O livro meramente, ou o texto, tem para mim muito pouco significado, apesar de eu ser um autor teatral. (...) Se vocês são o teatro do futuro, eu sou o do passado. Eu sou um homem para quem só conta o espetáculo.»  

Estas são palavras proferidas por Sttau Monteiro e publicadas em «Le théatre sous la contrainte», Atas do Colóquio Internacional realizado em Aix-en-Provence, em 4 e 5 de Dezembro de 1985, publicadas pela Universidade de Provence, em 1988.

1 comentário:

Anónimo disse...

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