Mostrar mensagens com a etiqueta Promoção da escrita. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Promoção da escrita. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 13 de junho de 2017

DIA ABERTO


Participação da biblioteca na cerimónia do "Dia Aberto" com entrega de prémios e diplomas de participação em concursos e outras iniciativas da responsabilidade da biblioteca e /ou apoiadas por esta.



terça-feira, 11 de junho de 2013

Dois livros de Isabel Allende


Um passado que a perseguia. Um futuro ainda por construir. E um caderno para escrever toda uma vida.

"Sou Maya Vidal, dezanove anos, sexo feminino, solteira, sem namorado por falta de oportunidade e não por esquisitice, nascida em Berkeley, Califórnia, com passaporte americano, temporariamente refugiada numa ilha no sul do mundo. Chamaram-me Maya porque a minha Nini adora a Índia e não ocorreu outro nome aos meus pais, embora tenham tido nove meses para pensar no assunto. Em hindi, Maya significa feitiço, ilusão, sonho, o que não tem nada a ver com o meu carácter. Átila teria sido mais apropriado, pois onde ponho o pé a erva não volta a crescer."

Algumas críticas da imprensa:
Se Salvador Allende defendeu o Chile com a vida, Isabel Allende, sua sobrinha, defende-o até hoje com as suas palavras.
Joana Emídio Marques, Diário de Notícias

No estilo único de Isabel Allende, este é um livro sobre como o regresso ao passado e a redescoberta de nós próprios podem ser a nossa única salvação.
Ana Daniela Soares, Antena 1

No novo livro aborda mais um drama a que a sua família não escapou: desta vez, a viagem é ao mundo da droga.
Nova Gente

Ninguém conta histórias sobre mulheres fortes de um modo tão apaixonante como Isabel Allende.
Cosmopolitan




Ao adoecer a sua mãe, o jovem Alexander Cold parte com a extravagante avó Kate, numa expedição da National Geographic à selva amazónica, em busca de um estranho animal que muito pouca gente viu e que os indígenas chamam «a besta». Outros membros da expedição, dirigida por um petulante antropólogo, são dois fotógrafos norte-americanos, uma bela médica, um guia venezuelano e a sua surpreendente filha de nove anos. Uma história emocionante e comovente que prende da primeira à última página e que alerta para os problemas ecológicos e para o drama terrível da extinção das tribos índias da região do Amazonas, como consequência directa da exploração desenfreada e irresponsável praticada pelos brancos.A Cidade dos Deuses Selvagens de Isabel Allende



Algumas críticas da imprensa:

«Uma aventura para jovens, que prende qualquer leitor e que aconselho. Faz bem à alma, além de divertir.»
Marcelo Rebelo de Sousa

«Um livro de uma força excecional.»
Expresso

«De uma beleza por vezes estonteante! Deve ser lido e tomado como pedra fundamental da sua obra.»
Diário de Notícias


terça-feira, 28 de maio de 2013

Felizmente há luar!

Um livro que não se esquece nunca!



Denunciando a injustiça da repressão e das perseguições políticas levadas a cabo pelo Estado Novo, a peça «Felizmente Há Luar!», publicada em 1961, no mesmo ano de «Angústia para o Jantar», esteve proibida pela censura durante muitos anos. Só em 1978 foi pela primeira vez levada à cena, no Teatro Nacional, numa encenação do próprio Sttau Monteiro.
«Eu sou um homem de teatro concreto, real, de palco. Para mim, o teatro surge quando está no palco, quando estabelece uma relação social, concreta, num povo e num grupo. O livro meramente, ou o texto, tem para mim muito pouco significado, apesar de eu ser um autor teatral. (...) Se vocês são o teatro do futuro, eu sou o do passado. Eu sou um homem para quem só conta o espetáculo.»  

Estas são palavras proferidas por Sttau Monteiro e publicadas em «Le théatre sous la contrainte», Atas do Colóquio Internacional realizado em Aix-en-Provence, em 4 e 5 de Dezembro de 1985, publicadas pela Universidade de Provence, em 1988.

Uma Biblioteca viva!


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Prémio Branquinho da Fonseca

Fecham já no dia 31 de maio as candidaturas ao Prémio Branquinho da Fonseca, que procura incentivar a literatura infantil e juvenil.

Os vencedores da edição anterior foram ‘O Gatuno e o extraterrestre trombudo’, de Maria João da Silva Lopes (na modalidade infantil) e ‘O caderno vermelho da rapariga karateca’, de Ana Ferreira Pessoa (na modalidade juvenil).

O regulamento está disponível aqui: http://tinyurl.com/nqqd8p7

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Alunos - Biblioteca - Dia da Europa

No Dia da Europa, 9 deste mês, alunos da Professora Nazaré Oliveira foram à Biblioteca trabalhar sobre este tema.

Tão bom vê-los a pesquisar, a discutir, a registar as suas conclusões!

Aqui ficam alguns registos.









 
 

 

 

Literatura de viagens

Na nossa mesa de livros, este mês.
Convidativa, hem?
Vem vê-los, folheá-los e requisitá-los!














 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Europa - União Europeia

O DIA DA EUROPA está a chegar! 9 de Maio!

A nossa Biblioteca tem, na sua mesa habitual de livros, um conjunto de materiais muito interessantes que seleccionou sobre a Europa, a União Europeia, o Tratado de Lisboa, materiais de grande utilidade para ficares mais esclarecido e para enriqueceres os teus trabalhos.

Por exemplo:

"Não sabia o leitor o que é a Europa? É simples. É o resultado da fusão de quatro camadas que actuam dinamicamente entre si: os substratos autóctones do continente europeu, o paganismo indo-europeu, o cristianismo e o mito do Império Romano. Duas culturas, uma religião e um evento mítico. Muito simples. Uma civilização que coincide praticamente com um continente, incluindo o domínio asiático da Rússia e mais os domínios extra-europeus da Europa. Como analisar essas camadas, como as descrever, essa é outra questão, infinitamente mais complexa."



Esta é uma obra muito documentada e exaustiva, de grande actualidade, incontornável para compreender o espaço europeu e todos os aspectos da sua articulação e protagonismo mundial. O processo de integração europeia é analisado em grande profundidade desde longínquos antecedentes históricos até aos mais recentes, já no século XX, a partir do pós-guerra. As várias fases do processo de integração são aqui perspectivadas até à efectiva existência da União Europeia, com a entrada em vigor do Tratado de Maastricht. A terceira parte do livro ocupa-se da evolução mais recente e das perspectivas para o futuro da União Europeia no século XXI.




Este álbum de BD explica a construção da Europa alternando uma série de cartoons sobre o conjunto das principais políticas comunitárias com textos explicando cada uma delas; contém ainda textos versando cada um dos países da União. Dirigida aos jovens dos sete aos setenta e sete anos, esta publicação de 1995 ainda faz rir quem a lê.


Vídeo sobre a adesão do nosso país à (então) C.E.E. (Comunidade Económica Europeia):



 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

25 de Abril

25 de Abril . A não esquecer.
Para te ajudar a estudar, a aprender, aqui ficam duas três boas sugestões que poderás requisitar:



Na obra História Contemporânea de Portugal é feita uma abordagem da realidade portuguesa do 25 de Abril até à atualidade. Este primeiro volume cobre sensivelmente o período que decorre entre 1974 e 1985, detendo-se nos acontecimentos que se revestiram de uma importância incontornável. Desde a organização do novo poder, a formação dos principais partidos políticos, os governos provisórios, até aos primeiros governos constitucionais e à adesão à União Europeia. Uma reflexão abrangente e aprofundada, que privilegia as vertentes política, económica e social e nos dá uma visão fascinante do que foi este período da história do nosso país.
Da Ed. Presença.




Ao longo de quase seis anos a historiador Irene Flunser Pimentel investigou detalhadamente os arquivos da PIDE depositados na Torre do Tombo. O resultado desse trabalho, uma tese de doutoramento, surge agora editado em livro. "A História da PIDE" ,será lançado no próximo dia 30 com a chancela do Círculo de Leitores da Temas e Debates.

" Sou de uma geração que viveu o tempo da PIDE. Era algo que gostava de perceber melhor para ajudar a eliminar os mitos e ver como funcionava. O que mais me surpreendeu nesta investigação foi a quantidade de informadores com que a antiga polícia política do Estado Novo podia contar. Na verdade nunca se chegará a saber o número exacto já que parte significativa desses registos foi destruída", disse ao JN a historiadora.

" É um lado impressionante da sociedade portuguesa que por si só merecia um trabalho de investigação. Acho que ainda não fez o luto desta realidade", acrescentou.


in Jornal de Notícias

Autora: Irene Pimentel.
Ed. do Círculo de Leitores, col. Temas e Debates.



O filme, integral, CAPITÃES DE ABRIL, da realizadora Maria de Medeiros:



Abril, um mar de leituras!

Um dos cartazes no placard da Biblioteca, na nossa escola. Lindo! E que mensagem!

O Verão está a chegar e, com ele, UM MAR DE LEITURAS esperarão por ti!

Tal como nós!

domingo, 24 de março de 2013

Na SEMANA DA MULHER - II


Também esteve entre nós para cativar, como sempre, quem a ouve e quem a vê, a escritora e jornalista Isabel Stilwell.
Foi mais um dos encontros integrados na SEMANA DA MULHER, concebida  e concretizada pela equipa da nossa Biblioteca para comemorar o DIA INTERNACIONAL DA MULHER, sem falar da exposição sobre algumas das muitas mulheres, portuguesas e estrangeiras, que fizeram e fazem História nos diferentes domínios da Vida.

Esta escritora também nos apresentou quatro dos seus romances históricos, a saber:








Quatro rainhas!

Excelente palestra!

Na SEMANA DA MULHER





Inspirada no DIA INTERNACIONAL DA MULHER, a equipa da nossa Biblioteca levou a cabo uma série de iniciativas englobadas na SEMANA DA MULHER.
Nesta, além de exposições e de outras atividades, tivemos na nossa escola a ilustre presença da Dra. Maria de Belém Roseira.


A Palestra que nos deu a propósito do seu recente livro "Mulheres Livres"* foi inesquecível.
Senhora de uma inteligência e poder de comunicação excelentes, simpática e afável, falou e apaixonou a plateia com a história de algumas delas, presentes naquele livro, caso de Marie Curie, Isadora Duncan, Carolina Beatriz Ângelo, Anna Eleanor Roosevelt, Simone Veil e Maria de Lourdes Pintasilgo.
Escritoras, políticas, filósofas, artistas, mulheres-seres humanos de excelência que seguramente nos orgulham e que de exemplo nos servirão para sempre.





Na dedicatória deste livro* que a nossa BE adquiriu, escreveu:

"À Escola Secundária de Bocage, fazendo votos para que os seus alunos se interessem pela consulta que estrutura pensamento e fundamenta opinião: a aopinião individual, livre e própria, que se afirma sem medos e sem receios, que se defende sem receio de contraposição com argumentos em sentido contrário e que permite, a cada um de nó sermos nós próprios: uma personalidade, uma individualidade única e irrepetível e, por isso mesmo, indispensável à construção colectiva."
2013.03.07  
Maria de Belém Roseira




 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Semana das Ciências - I

De hoje a 8 deste mês decorrerá a Semana das Ciências, na qual a nossa Biblioteca tem um papel ativo.
Algumas obras da mostra bibliográfica que decorrerá em paralelo com as exposições temáticas desta semana serão publicadas.
Por exemplo, estas três:


Conta a vida do naturalista Charles Darwin, que, desde a sua infância, se  interessou pela Natureza.
Também passa pela adolescência e juventude do autor, altura em que Charles se confrontou com o desejo do seu pai que o queria... médico.
Fala ainda da sua vida adulta, realçando a viagem que fez ao redor do mundo, durante cinco anos, na qual compilou informações cruciais para elaborar a sua teoria de evolução das espécies.
Termina com a sua morte, quando já era um aclamado cientista.


Porque temos este aspecto? O que tem a mão humana em comum com a asa de uma mosca? Estarão os seios, as glândulas sudoríparas e as escamas ligadas de alguma forma? Para uma melhor compreensão do funcionamento do nosso corpo e para identificar a origem de muitas das mais comuns doenças atuais, teremos de procurar fontes inesperadas: vermes, moscas e até mesmo peixes.
Neil Shubin, um destacado palentólogo e professor de anatomia, que descobriu o Tiktaalik - o «elo perdido», e que foi notícia um pouco por todo o mundo em Abril de 2006 -, conta a história da evolução remontando os órgãos do corpo humano a milhões de anos no passado, muito antes de as primeiras criaturas terem caminhado sobre a Terra.
Através do exame de fósseis e de ADN, Shubin mostra-nos que as nossas mãos se assemelham a barbatanas de peixes e que a nossa cabeça está organizada como a de um peixe sem maxilar há muito extinto.
Quando Éramos Peixes é pura divulgação científica: esclarecedora, acessível e contada com um entusiasmo irresistível.


Trinta e seis fotografias aéreas de Yann Arthus-Bertrand estão aqui reunidas à volta de um tema forte: o desenvolvimento sustentável. O aquecimento climático e as suas consequências, a pauperização de uma parte da população mundial, a rarefação dos recursos naturais, as novas energias, a urbanização,... nenhum dos grandes problemas ecológicos do nosso tempo foi deixado de lado e foram avançadas soluções.
Graças às fotografias acompanhadas de textos claros e precisos e de desenhos do tipo "caderno de viagem", o Futuro da Terra Contado às Crianças é um livro acessível, que explica às crianças que o futuro do planeta está nas suas mãos.
Yann Arthus-Bertrand dá continuidade ao projeto iniciado com A Terra Vista do Céu: criar a consciência, através de fotografias que transmitem uma mensagem, da necessidade de privilegiar o desenvolvimento sustentável, para que as gerações vindouras herdem um planeta onde se possa viver.
Philippe J. Dubois, doutorado em Biologia, é autor de trabalhos científicos e de obras sobre as alterações climáticas e a biodiversidad. Valérie Guidoux, escreveu numerosos livros para crianças sobre a natureza.


 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Boas novidades!





Gabriela, Cravo e Canela

Um livro de Jorge Amado, o mais internacional dos escritores brasileiros. Uma história que a televisão ajudou a divulgar através da novela com o mesmo nome.
Vem requisitá-lo!
Vais adorar!




Gabriela, a mulata com a cor da canela e o cheiro do cravo, ficará na literatura como uma formosa figura de mulher, simples e espontânea, acima do Bem e do Mal.
Com o seu inigualável lirismo e inspiração poética, Jorge Amado cria personagens inesquecíveis, e o comovente romance de amor do árabe Nacib e da mulata Gabriela coloca-os, sem dúvida, na galeria dos amantes da História da Literatura. Mas Gabriela, Cravo e Canela é mais do que a história de amor do árabe Nacib e da sertaneja Gabriela. É a crónica de uma pequena cidade baiana, Ilhéus, quando passava por bruscas transformações, por volta do ano de 1925. A riqueza trazida pelo cacau possibilitara o desenvolvimento urbanístico e o progresso económico, transformando profundamente a fisionomia da cidade. Pouco evoluíam, no entanto, os costumes dos habitantes, imperando, naquele cenário de violência, a lei dos mais fortes - os fazendeiros - que tendo a seu trabalho os jagunços, impunham o domínio do ódio e do terror. Sensual e inocente, sábia e pueril, a cozinheira Gabriela conquista não apenas o coração de Nacib e de uma porção de ilheenses, mas também o de leitores de vários países e gerações.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Natal na Pintura e na Poesia Portuguesa

Algumas obras de pintores portugueses sobre a temática do NATAL:




Anunciação. Bento Coelho (c. 1655) 
Visitação. Maria Aurélia Martins de Sousa (Séc. XIX-XX)

Natividade, de Paula Rego


Adoração dos Pastores. Gregório Lopes (Séc. XVI, 2.º quartel)

Adoração dos Pastores. Bento Coelho da Silveira (Séc. XVII, 2.ª metade) 
Adoração dos Reis. Vasco Fernandes, Francisco Henriques (1501-1506)




 
Natal

Se considero o triste abatimento
Em que me faz jazer minha desgraça,
A desesperação me despedaça,
No mesmo instante, o frágil sofrimento.


Mas súbito me diz o pensamento,
Para aplacar-me a dor que me traspassa,
Que Este que trouxe ao mundo a Lei da Graça,
Teve num vil presepe o nascimento.


Vejo na palha o Redentor chorando,
Ao lado a Mãe, prostrados os pastores,
A milagrosa estrela os reis guiando.


Vejo-O morrer depois, ó pecadores,
Por nós, e fecho os olhos, adorando
Os castigos do Céu como favores.


Manuel Maria Barbosa du Bocage

 


 
Natal, e não Dezembro

Entremos, apressados, friorentos,
numa gruta, no bojo de um navio,
num presépio, num prédio, num presídio
no prédio que amanhã for demolido...
Entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos e depressa, em qualquer sítio,
porque esta noite chama-se Dezembro,
porque sofremos, porque temos frio.

Entremos, dois a dois: somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave...
Entremos, despojados, mas entremos.
De mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada.
David Mourão-Ferreira