Participação da biblioteca na cerimónia do "Dia Aberto" com entrega de prémios e diplomas de participação em concursos e outras iniciativas da responsabilidade da biblioteca e /ou apoiadas por esta.
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terça-feira, 13 de junho de 2017
DIA ABERTO
Participação da biblioteca na cerimónia do "Dia Aberto" com entrega de prémios e diplomas de participação em concursos e outras iniciativas da responsabilidade da biblioteca e /ou apoiadas por esta.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Dois livros de Isabel Allende
Um passado que a perseguia. Um futuro ainda por construir. E um caderno para escrever toda uma vida.
"Sou Maya Vidal, dezanove anos, sexo feminino, solteira, sem namorado por falta de oportunidade e não por esquisitice, nascida em Berkeley, Califórnia, com passaporte americano, temporariamente refugiada numa ilha no sul do mundo. Chamaram-me Maya porque a minha Nini adora a Índia e não ocorreu outro nome aos meus pais, embora tenham tido nove meses para pensar no assunto. Em hindi, Maya significa feitiço, ilusão, sonho, o que não tem nada a ver com o meu carácter. Átila teria sido mais apropriado, pois onde ponho o pé a erva não volta a crescer."
Algumas críticas da imprensa:
Se Salvador Allende defendeu o Chile com a vida, Isabel Allende, sua sobrinha, defende-o até hoje com as suas palavras.
Joana Emídio Marques, Diário de Notícias
No estilo único de Isabel Allende, este é um livro sobre como o regresso ao passado e a redescoberta de nós próprios podem ser a nossa única salvação.
Ana Daniela Soares, Antena 1
No novo livro aborda mais um drama a que a sua família não escapou: desta vez, a viagem é ao mundo da droga.
Nova Gente
Ninguém conta histórias sobre mulheres fortes de um modo tão apaixonante como Isabel Allende.
Cosmopolitan
Ao adoecer a sua mãe, o jovem Alexander Cold parte com a extravagante avó Kate, numa expedição da National Geographic à selva amazónica, em busca de um estranho animal que muito pouca gente viu e que os indígenas chamam «a besta». Outros membros da expedição, dirigida por um petulante antropólogo, são dois fotógrafos norte-americanos, uma bela médica, um guia venezuelano e a sua surpreendente filha de nove anos. Uma história emocionante e comovente que prende da primeira à última página e que alerta para os problemas ecológicos e para o drama terrível da extinção das tribos índias da região do Amazonas, como consequência directa da exploração desenfreada e irresponsável praticada pelos brancos.A Cidade dos Deuses Selvagens de Isabel Allende
Algumas críticas da imprensa:
«Uma aventura para jovens, que prende qualquer leitor e que aconselho. Faz bem à alma, além de divertir.»
Marcelo Rebelo de Sousa
«Um livro de uma força excecional.»
Expresso
«De uma beleza por vezes estonteante! Deve ser lido e tomado como pedra fundamental da sua obra.»
Diário de Notícias
terça-feira, 28 de maio de 2013
Felizmente há luar!
Um livro que não se esquece nunca!
Denunciando a injustiça da repressão e das perseguições políticas
levadas a cabo pelo Estado Novo, a peça «Felizmente Há Luar!», publicada em 1961, no mesmo ano
de «Angústia para o Jantar», esteve proibida pela censura durante
muitos anos. Só em 1978 foi pela primeira vez levada à cena, no Teatro
Nacional, numa encenação do próprio Sttau Monteiro.
«Eu sou um
homem de teatro concreto, real, de palco. Para mim, o teatro surge quando está
no palco, quando estabelece uma relação social, concreta, num povo e num grupo.
O livro meramente, ou o texto, tem para mim muito pouco significado, apesar de
eu ser um autor teatral. (...) Se vocês são o teatro do futuro, eu sou o do
passado. Eu sou um homem para quem só conta o espetáculo.»
Estas são palavras proferidas por Sttau Monteiro e publicadas em «Le théatre sous la contrainte», Atas
do Colóquio Internacional realizado em Aix-en-Provence, em 4 e 5 de Dezembro de
1985, publicadas pela Universidade de Provence, em 1988.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Prémio Branquinho da Fonseca
Fecham já no dia 31 de maio as candidaturas ao Prémio Branquinho da Fonseca, que procura incentivar a literatura infantil e juvenil.
Os vencedores da edição anterior foram ‘O Gatuno e o extraterrestre trombudo’, de Maria João da Silva Lopes (na modalidade infantil) e ‘O caderno vermelho da rapariga karateca’, de Ana Ferreira Pessoa (na modalidade juvenil).
O regulamento está disponível aqui: http://tinyurl.com/nqqd8p7
Os vencedores da edição anterior foram ‘O Gatuno e o extraterrestre trombudo’, de Maria João da Silva Lopes (na modalidade infantil) e ‘O caderno vermelho da rapariga karateca’, de Ana Ferreira Pessoa (na modalidade juvenil).
O regulamento está disponível aqui: http://tinyurl.com/nqqd8p7
segunda-feira, 20 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Europa - União Europeia
O DIA DA EUROPA está a chegar! 9 de Maio!
A nossa Biblioteca tem, na sua mesa habitual de livros, um conjunto de materiais muito interessantes que seleccionou sobre a Europa, a União Europeia, o Tratado de Lisboa, materiais de grande utilidade para ficares mais esclarecido e para enriqueceres os teus trabalhos.
Por exemplo:
"Não sabia o leitor o que é a Europa? É simples. É o resultado da fusão de quatro camadas que actuam dinamicamente entre si: os substratos autóctones do continente europeu, o paganismo indo-europeu, o cristianismo e o mito do Império Romano. Duas culturas, uma religião e um evento mítico. Muito simples. Uma civilização que coincide praticamente com um continente, incluindo o domínio asiático da Rússia e mais os domínios extra-europeus da Europa. Como analisar essas camadas, como as descrever, essa é outra questão, infinitamente mais complexa."
Esta é uma obra muito documentada e exaustiva, de grande actualidade, incontornável para compreender o espaço europeu e todos os aspectos da sua articulação e protagonismo mundial. O processo de integração europeia é analisado em grande profundidade desde longínquos antecedentes históricos até aos mais recentes, já no século XX, a partir do pós-guerra. As várias fases do processo de integração são aqui perspectivadas até à efectiva existência da União Europeia, com a entrada em vigor do Tratado de Maastricht. A terceira parte do livro ocupa-se da evolução mais recente e das perspectivas para o futuro da União Europeia no século XXI.
Este álbum de BD explica a construção da Europa alternando uma série de cartoons sobre o conjunto das principais políticas comunitárias com textos explicando cada uma delas; contém ainda textos versando cada um dos países da União. Dirigida aos jovens dos sete aos setenta e sete anos, esta publicação de 1995 ainda faz rir quem a lê.
Vídeo sobre a adesão do nosso país à (então) C.E.E. (Comunidade Económica Europeia):
A nossa Biblioteca tem, na sua mesa habitual de livros, um conjunto de materiais muito interessantes que seleccionou sobre a Europa, a União Europeia, o Tratado de Lisboa, materiais de grande utilidade para ficares mais esclarecido e para enriqueceres os teus trabalhos.
Por exemplo:
"Não sabia o leitor o que é a Europa? É simples. É o resultado da fusão de quatro camadas que actuam dinamicamente entre si: os substratos autóctones do continente europeu, o paganismo indo-europeu, o cristianismo e o mito do Império Romano. Duas culturas, uma religião e um evento mítico. Muito simples. Uma civilização que coincide praticamente com um continente, incluindo o domínio asiático da Rússia e mais os domínios extra-europeus da Europa. Como analisar essas camadas, como as descrever, essa é outra questão, infinitamente mais complexa."
Esta é uma obra muito documentada e exaustiva, de grande actualidade, incontornável para compreender o espaço europeu e todos os aspectos da sua articulação e protagonismo mundial. O processo de integração europeia é analisado em grande profundidade desde longínquos antecedentes históricos até aos mais recentes, já no século XX, a partir do pós-guerra. As várias fases do processo de integração são aqui perspectivadas até à efectiva existência da União Europeia, com a entrada em vigor do Tratado de Maastricht. A terceira parte do livro ocupa-se da evolução mais recente e das perspectivas para o futuro da União Europeia no século XXI.
Este álbum de BD explica a construção da Europa alternando uma série de cartoons sobre o conjunto das principais políticas comunitárias com textos explicando cada uma delas; contém ainda textos versando cada um dos países da União. Dirigida aos jovens dos sete aos setenta e sete anos, esta publicação de 1995 ainda faz rir quem a lê.
Vídeo sobre a adesão do nosso país à (então) C.E.E. (Comunidade Económica Europeia):
segunda-feira, 29 de abril de 2013
25 de Abril
25 de Abril . A não esquecer.
Para te ajudar a estudar, a aprender, aqui ficam duas três boas sugestões que poderás requisitar:
Na obra História Contemporânea de Portugal é feita uma abordagem da realidade portuguesa do 25 de Abril até à atualidade. Este primeiro volume cobre sensivelmente o período que decorre entre 1974 e 1985, detendo-se nos acontecimentos que se revestiram de uma importância incontornável. Desde a organização do novo poder, a formação dos principais partidos políticos, os governos provisórios, até aos primeiros governos constitucionais e à adesão à União Europeia. Uma reflexão abrangente e aprofundada, que privilegia as vertentes política, económica e social e nos dá uma visão fascinante do que foi este período da história do nosso país.
Da Ed. Presença.
Ao longo de quase seis anos a historiador Irene Flunser Pimentel investigou detalhadamente os arquivos da PIDE depositados na Torre do Tombo. O resultado desse trabalho, uma tese de doutoramento, surge agora editado em livro. "A História da PIDE" ,será lançado no próximo dia 30 com a chancela do Círculo de Leitores da Temas e Debates.
" Sou de uma geração que viveu o tempo da PIDE. Era algo que gostava de perceber melhor para ajudar a eliminar os mitos e ver como funcionava. O que mais me surpreendeu nesta investigação foi a quantidade de informadores com que a antiga polícia política do Estado Novo podia contar. Na verdade nunca se chegará a saber o número exacto já que parte significativa desses registos foi destruída", disse ao JN a historiadora.
" É um lado impressionante da sociedade portuguesa que por si só merecia um trabalho de investigação. Acho que ainda não fez o luto desta realidade", acrescentou.
in Jornal de Notícias
Autora: Irene Pimentel.
Ed. do Círculo de Leitores, col. Temas e Debates.
O filme, integral, CAPITÃES DE ABRIL, da realizadora Maria de Medeiros:
Para te ajudar a estudar, a aprender, aqui ficam duas três boas sugestões que poderás requisitar:
Na obra História Contemporânea de Portugal é feita uma abordagem da realidade portuguesa do 25 de Abril até à atualidade. Este primeiro volume cobre sensivelmente o período que decorre entre 1974 e 1985, detendo-se nos acontecimentos que se revestiram de uma importância incontornável. Desde a organização do novo poder, a formação dos principais partidos políticos, os governos provisórios, até aos primeiros governos constitucionais e à adesão à União Europeia. Uma reflexão abrangente e aprofundada, que privilegia as vertentes política, económica e social e nos dá uma visão fascinante do que foi este período da história do nosso país.
Da Ed. Presença.
Ao longo de quase seis anos a historiador Irene Flunser Pimentel investigou detalhadamente os arquivos da PIDE depositados na Torre do Tombo. O resultado desse trabalho, uma tese de doutoramento, surge agora editado em livro. "A História da PIDE" ,será lançado no próximo dia 30 com a chancela do Círculo de Leitores da Temas e Debates.
" Sou de uma geração que viveu o tempo da PIDE. Era algo que gostava de perceber melhor para ajudar a eliminar os mitos e ver como funcionava. O que mais me surpreendeu nesta investigação foi a quantidade de informadores com que a antiga polícia política do Estado Novo podia contar. Na verdade nunca se chegará a saber o número exacto já que parte significativa desses registos foi destruída", disse ao JN a historiadora.
" É um lado impressionante da sociedade portuguesa que por si só merecia um trabalho de investigação. Acho que ainda não fez o luto desta realidade", acrescentou.
in Jornal de Notícias
Autora: Irene Pimentel.
Ed. do Círculo de Leitores, col. Temas e Debates.
O filme, integral, CAPITÃES DE ABRIL, da realizadora Maria de Medeiros:
terça-feira, 16 de abril de 2013
domingo, 24 de março de 2013
Na SEMANA DA MULHER - II
Também esteve entre nós para cativar, como sempre, quem a ouve e quem a vê, a escritora e jornalista Isabel Stilwell.
Foi mais um dos encontros integrados na SEMANA DA MULHER, concebida e concretizada pela equipa da nossa Biblioteca para comemorar o DIA INTERNACIONAL DA MULHER, sem falar da exposição sobre algumas das muitas mulheres, portuguesas e estrangeiras, que fizeram e fazem História nos diferentes domínios da Vida.
Esta escritora também nos apresentou quatro dos seus romances históricos, a saber:
Quatro rainhas!
Excelente palestra!
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Na SEMANA DA MULHER
Inspirada no DIA INTERNACIONAL DA MULHER, a equipa da nossa Biblioteca levou a cabo uma série de iniciativas englobadas na SEMANA DA MULHER.
Nesta, além de exposições e de outras atividades, tivemos na nossa escola a ilustre presença da Dra. Maria de Belém Roseira.
A Palestra que nos deu a propósito do seu recente livro "Mulheres Livres"* foi inesquecível.
Senhora de uma inteligência e poder de comunicação excelentes, simpática e afável, falou e apaixonou a plateia com a história de algumas delas, presentes naquele livro, caso de Marie Curie, Isadora Duncan, Carolina Beatriz Ângelo, Anna Eleanor Roosevelt, Simone Veil e Maria de Lourdes Pintasilgo.
Escritoras, políticas, filósofas, artistas, mulheres-seres humanos de excelência que seguramente nos orgulham e que de exemplo nos servirão para sempre.
Na dedicatória deste livro* que a nossa BE adquiriu, escreveu:
"À Escola Secundária de Bocage, fazendo votos para que os seus alunos se interessem pela consulta que estrutura pensamento e fundamenta opinião: a aopinião individual, livre e própria, que se afirma sem medos e sem receios, que se defende sem receio de contraposição com argumentos em sentido contrário e que permite, a cada um de nó sermos nós próprios: uma personalidade, uma individualidade única e irrepetível e, por isso mesmo, indispensável à construção colectiva."
2013.03.07
Maria de Belém Roseira
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Semana das Ciências - I
De hoje a 8 deste mês decorrerá a Semana das Ciências, na qual a nossa Biblioteca tem um papel ativo.
Algumas obras da mostra bibliográfica que decorrerá em paralelo com as exposições temáticas desta semana serão publicadas.
Por exemplo, estas três:
Conta a vida do naturalista Charles Darwin, que, desde a sua infância, se interessou pela Natureza.
Também passa pela adolescência e juventude do autor, altura em que Charles se confrontou com o desejo do seu pai que o queria... médico.
Fala ainda da sua vida adulta, realçando a viagem que fez ao redor do mundo, durante cinco anos, na qual compilou informações cruciais para elaborar a sua teoria de evolução das espécies.
Termina com a sua morte, quando já era um aclamado cientista.
Porque temos este aspecto? O que tem a mão humana em comum com a asa de uma mosca? Estarão os seios, as glândulas sudoríparas e as escamas ligadas de alguma forma? Para uma melhor compreensão do funcionamento do nosso corpo e para identificar a origem de muitas das mais comuns doenças atuais, teremos de procurar fontes inesperadas: vermes, moscas e até mesmo peixes.
Neil Shubin, um destacado palentólogo e professor de anatomia, que descobriu o Tiktaalik - o «elo perdido», e que foi notícia um pouco por todo o mundo em Abril de 2006 -, conta a história da evolução remontando os órgãos do corpo humano a milhões de anos no passado, muito antes de as primeiras criaturas terem caminhado sobre a Terra.
Através do exame de fósseis e de ADN, Shubin mostra-nos que as nossas mãos se assemelham a barbatanas de peixes e que a nossa cabeça está organizada como a de um peixe sem maxilar há muito extinto.
Quando Éramos Peixes é pura divulgação científica: esclarecedora, acessível e contada com um entusiasmo irresistível.
Trinta e seis fotografias aéreas de Yann Arthus-Bertrand estão aqui reunidas à volta de um tema forte: o desenvolvimento sustentável. O aquecimento climático e as suas consequências, a pauperização de uma parte da população mundial, a rarefação dos recursos naturais, as novas energias, a urbanização,... nenhum dos grandes problemas ecológicos do nosso tempo foi deixado de lado e foram avançadas soluções.
Graças às fotografias acompanhadas de textos claros e precisos e de desenhos do tipo "caderno de viagem", o Futuro da Terra Contado às Crianças é um livro acessível, que explica às crianças que o futuro do planeta está nas suas mãos.
Yann Arthus-Bertrand dá continuidade ao projeto iniciado com A Terra Vista do Céu: criar a consciência, através de fotografias que transmitem uma mensagem, da necessidade de privilegiar o desenvolvimento sustentável, para que as gerações vindouras herdem um planeta onde se possa viver.
Philippe J. Dubois, doutorado em Biologia, é autor de trabalhos científicos e de obras sobre as alterações climáticas e a biodiversidad. Valérie Guidoux, escreveu numerosos livros para crianças sobre a natureza.
Algumas obras da mostra bibliográfica que decorrerá em paralelo com as exposições temáticas desta semana serão publicadas.
Por exemplo, estas três:
Conta a vida do naturalista Charles Darwin, que, desde a sua infância, se interessou pela Natureza.
Também passa pela adolescência e juventude do autor, altura em que Charles se confrontou com o desejo do seu pai que o queria... médico.
Fala ainda da sua vida adulta, realçando a viagem que fez ao redor do mundo, durante cinco anos, na qual compilou informações cruciais para elaborar a sua teoria de evolução das espécies.
Termina com a sua morte, quando já era um aclamado cientista.
Porque temos este aspecto? O que tem a mão humana em comum com a asa de uma mosca? Estarão os seios, as glândulas sudoríparas e as escamas ligadas de alguma forma? Para uma melhor compreensão do funcionamento do nosso corpo e para identificar a origem de muitas das mais comuns doenças atuais, teremos de procurar fontes inesperadas: vermes, moscas e até mesmo peixes.
Neil Shubin, um destacado palentólogo e professor de anatomia, que descobriu o Tiktaalik - o «elo perdido», e que foi notícia um pouco por todo o mundo em Abril de 2006 -, conta a história da evolução remontando os órgãos do corpo humano a milhões de anos no passado, muito antes de as primeiras criaturas terem caminhado sobre a Terra.
Através do exame de fósseis e de ADN, Shubin mostra-nos que as nossas mãos se assemelham a barbatanas de peixes e que a nossa cabeça está organizada como a de um peixe sem maxilar há muito extinto.
Quando Éramos Peixes é pura divulgação científica: esclarecedora, acessível e contada com um entusiasmo irresistível.
Trinta e seis fotografias aéreas de Yann Arthus-Bertrand estão aqui reunidas à volta de um tema forte: o desenvolvimento sustentável. O aquecimento climático e as suas consequências, a pauperização de uma parte da população mundial, a rarefação dos recursos naturais, as novas energias, a urbanização,... nenhum dos grandes problemas ecológicos do nosso tempo foi deixado de lado e foram avançadas soluções.
Graças às fotografias acompanhadas de textos claros e precisos e de desenhos do tipo "caderno de viagem", o Futuro da Terra Contado às Crianças é um livro acessível, que explica às crianças que o futuro do planeta está nas suas mãos.
Yann Arthus-Bertrand dá continuidade ao projeto iniciado com A Terra Vista do Céu: criar a consciência, através de fotografias que transmitem uma mensagem, da necessidade de privilegiar o desenvolvimento sustentável, para que as gerações vindouras herdem um planeta onde se possa viver.
Philippe J. Dubois, doutorado em Biologia, é autor de trabalhos científicos e de obras sobre as alterações climáticas e a biodiversidad. Valérie Guidoux, escreveu numerosos livros para crianças sobre a natureza.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Gabriela, Cravo e Canela
Um livro de Jorge Amado, o mais internacional dos escritores brasileiros. Uma história que a televisão ajudou a divulgar através da novela com o mesmo nome.
Vem requisitá-lo!
Vais adorar!
Gabriela, a mulata com a cor da canela e o cheiro do cravo, ficará na literatura como uma formosa figura de mulher, simples e espontânea, acima do Bem e do Mal.
Com o seu inigualável lirismo e inspiração poética, Jorge Amado cria personagens inesquecíveis, e o comovente romance de amor do árabe Nacib e da mulata Gabriela coloca-os, sem dúvida, na galeria dos amantes da História da Literatura. Mas Gabriela, Cravo e Canela é mais do que a história de amor do árabe Nacib e da sertaneja Gabriela. É a crónica de uma pequena cidade baiana, Ilhéus, quando passava por bruscas transformações, por volta do ano de 1925. A riqueza trazida pelo cacau possibilitara o desenvolvimento urbanístico e o progresso económico, transformando profundamente a fisionomia da cidade. Pouco evoluíam, no entanto, os costumes dos habitantes, imperando, naquele cenário de violência, a lei dos mais fortes - os fazendeiros - que tendo a seu trabalho os jagunços, impunham o domínio do ódio e do terror. Sensual e inocente, sábia e pueril, a cozinheira Gabriela conquista não apenas o coração de Nacib e de uma porção de ilheenses, mas também o de leitores de vários países e gerações.
Vem requisitá-lo!
Vais adorar!
Gabriela, a mulata com a cor da canela e o cheiro do cravo, ficará na literatura como uma formosa figura de mulher, simples e espontânea, acima do Bem e do Mal.
Com o seu inigualável lirismo e inspiração poética, Jorge Amado cria personagens inesquecíveis, e o comovente romance de amor do árabe Nacib e da mulata Gabriela coloca-os, sem dúvida, na galeria dos amantes da História da Literatura. Mas Gabriela, Cravo e Canela é mais do que a história de amor do árabe Nacib e da sertaneja Gabriela. É a crónica de uma pequena cidade baiana, Ilhéus, quando passava por bruscas transformações, por volta do ano de 1925. A riqueza trazida pelo cacau possibilitara o desenvolvimento urbanístico e o progresso económico, transformando profundamente a fisionomia da cidade. Pouco evoluíam, no entanto, os costumes dos habitantes, imperando, naquele cenário de violência, a lei dos mais fortes - os fazendeiros - que tendo a seu trabalho os jagunços, impunham o domínio do ódio e do terror. Sensual e inocente, sábia e pueril, a cozinheira Gabriela conquista não apenas o coração de Nacib e de uma porção de ilheenses, mas também o de leitores de vários países e gerações.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Natal na Pintura e na Poesia Portuguesa
Algumas obras de pintores portugueses sobre a temática do NATAL:
Natal
Se considero o triste abatimento
Em que me faz jazer minha desgraça,
A desesperação me despedaça,
No mesmo instante, o frágil sofrimento.
Mas súbito me diz o pensamento,
Para aplacar-me a dor que me traspassa,
Que Este que trouxe ao mundo a Lei da Graça,
Teve num vil presepe o nascimento.
Vejo na palha o Redentor chorando,
Ao lado a Mãe, prostrados os pastores,
A milagrosa estrela os reis guiando.
Vejo-O morrer depois, ó pecadores,
Por nós, e fecho os olhos, adorando
Os castigos do Céu como favores.
Natal, e não Dezembro
Entremos, apressados, friorentos,
numa gruta, no bojo de um navio,
num presépio, num prédio, num presídio
no prédio que amanhã for demolido...
Entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos e depressa, em qualquer sítio,
porque esta noite chama-se Dezembro,
porque sofremos, porque temos frio.
Entremos, dois a dois: somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave...
Entremos, despojados, mas entremos.
De mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada. David Mourão-Ferreira
![]() |
| Anunciação. Bento Coelho (c. 1655) |
![]() |
| Visitação. Maria Aurélia Martins de Sousa (Séc. XIX-XX) |
![]() |
| Natividade, de Paula Rego |
![]() |
| Adoração dos Pastores. Gregório Lopes (Séc. XVI, 2.º quartel) |
![]() |
| Adoração dos Pastores. Bento Coelho da Silveira (Séc. XVII, 2.ª metade) |
![]() |
| Adoração dos Reis. Vasco Fernandes, Francisco Henriques (1501-1506) |
Em que me faz jazer minha desgraça,
A desesperação me despedaça,
No mesmo instante, o frágil sofrimento.
Para aplacar-me a dor que me traspassa,
Que Este que trouxe ao mundo a Lei da Graça,
Teve num vil presepe o nascimento.
Ao lado a Mãe, prostrados os pastores,
A milagrosa estrela os reis guiando.
Por nós, e fecho os olhos, adorando
Os castigos do Céu como favores.
Manuel Maria Barbosa du Bocage
Entremos, apressados, friorentos,
numa gruta, no bojo de um navio,
num presépio, num prédio, num presídio
no prédio que amanhã for demolido...
Entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos e depressa, em qualquer sítio,
porque esta noite chama-se Dezembro,
porque sofremos, porque temos frio.
Entremos, dois a dois: somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave...
Entremos, despojados, mas entremos.
De mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada. David Mourão-Ferreira
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
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