quinta-feira, 15 de março de 2012

O meu dicionário filosófico

Este dicionário é fruto de uma visão pessoal, não de um trabalho académico ou erudito: não é um livro para consultar, mas para ler. Ainda que inclua muitos temas oficialmente filosóficos, como a natureza, a morte, a justiça ou o ser, não rejeita outros que raras vezes figuram em dicionários de Filosofia, como o dinheiro, a doença, os sonhos, o erotismo ou a estupidez. E ainda que tome partido em diversas polémicas contemporâneas (a confusão entre ética e política, a distribuição da riqueza, a egolatria mística ou revolucionária...), prefere ocupar-se mais dos problemas dos homens do que das querelas dos filósofos.

Mais um trabalho fantástico de Fernando Savater! 


 

As Horas

As Horas/The Hours, realizado por Stephen Daldry  - EUA 2002 Cor – 115 min.
Com: Nicole Kidman, Julianne Moore, Meryl Streep; 1923: Stephen Dillane, Miranda Richardson; 1951: John C. Reilly, Jack Rovello, Toni Collette; 2001: Ed Harris, Allison Janney, Claire Danes, Jeff Daniels. Género - Drama.

Um dia na vida de três mulheres, em três períodos diferentes.
O suicídio de Virginia Woolf (Kidman), em 1941, abre o filme, mas a acção à qual a personagem histórica é central desenrola-se em 1923, quando a escritora vivia em Richmond, com o marido Leonard (Dillane), que a rodeia de cuidados extremos, devido ao seu historial de instabilidade mental. Em Los Angeles, 1951, Laura Brown (Moore), vive com o filho Richie (Rovello) e o marido Dan (Reilly). Laura não consegue enfrentar a vida de dona de casa nos subúrbios, deprimindo-se com as mais pequenas coisas, como o seu fracasso na confecção de um bolo de aniversário ou a atenção requerida pelo filho. Nova Iorque, 2001: Clarissa Vaughan (Streep) organiza uma festa para comemorar a atribuição de um importante prémio à obra poética de Richard (Harris), seu amigo (e ex-amante), debilitado pela SIDA.

9 nomeações. Vencedor de 2 globos de ouro (melhor filme e melhor atriz).

"As Horas" é um milagre narrativo!" (João Antunes/Diário de Notícias)



A bicicleta que tinha bigodes


"Sonhei com a bicicleta bem colorida, os da minha rua brincavam com ela, o CamaradaMudo ria muito, a AvóDezanove dizia para termos cuidado para não sermos atropelados por nenhum carro e para não atropelarmos mais nenhum bicho, a bicicleta do meu sonho era bem grande e zunia muito, amarela nas rodas, o quadro e o volante eram vermelhos e os para-lamas assim pretos, só que à frente, um pouco abaixo da zona do volante, ninguém ainda tinha visto: a bicicleta tinha uns bigodes iguais aos do tio Rui...".

Da mestria incomparável do jovem autor Ondjaki, uma história sem luz elétrica.
Da Ed. Caminho.

Uma pequena História do Mundo

Vão gostar muito deste livro!


Para Ernst Gombrich, uma história, por mais complexa que seja, pode ser compreendida por todas as idades, desde que comunicada de forma clara e cativante.


Escrita a pensar num público juvenil, Uma Pequena História do Mundo alcançou sucesso imediato na Alemanha e no resto da Europa. Hoje, traduzida em vinte línguas, tornou-se um clássico universal, uma referência tanto para os mais novos como para os mais velhos.

Segundo o The Thimes, «Esta obra marcará as gerações do futuro, que lhe atribuirão a sua eterna paixão pela História e pela verdade

CONCURSO "FAÇA LÁ UM POEMA"

Estão afixados na nossa BE (ver fotos) os poemas concorrentes a este concurso e os resultados do mesmo.

Todos os participantes irão receber um prémio e um certificado de participação, a entregar no
        DIA 21 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DA POESIA - na BE, às 10.10 horas.


 
3º ciclo
Secundário
Raquel Soares – 7ºA
1º lugar – Bernardo Almeida – 11ºG
2º lugar – Rafael Cabrita – 11ºE
3º lugar – João Pinto – 11ºD

 Venham conhecê-los! Apareçam!



segunda-feira, 12 de março de 2012

EXPOSIÇÃO - Sebastião da Gama - Itinerários da Arrábida

Na primeira semana da leitura a Biblioteca Escolar  apresentou a exposição


Sebastião Artur Cardoso da Gama  nasceu em Vila Nogueira de Azeitão a 10 de abril de 1924 foi poeta e professor.



Quando eu nasci,
ficou tudo como estava.

Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu
nem houve estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.

Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.

As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...

para que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha mãe.
  os poemas de Sebastião da Gama eram acompanhadas pelas excelentes fotografias de Maurício Abreu



A  exposição  foi uma atividade  em parceria com o Museu Sebastião da Gama.
Para saber mais sobre o poeta, clique aqui »»