quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A menina que não sabia ler


1891. Nova Inglaterra. Numa mansão distante e decadente, onde nada é o que parece, dois irmãos são deixados à mercê de criados e regras ditadas por um tio negligente. A jovem Florence, de apenas 12 anos, passa os dias a tomar conta do seu irmão mais novo Giles e a deambular pelos corredores, numa rotina entediante e desinteressante. Até que, um dia, a menina encontra na mansão um lugar proibido: uma biblioteca fechada e empoeirada, pela qual se apaixona.

A Menina Que Não Sabia Ler, de John Harding

A arte de Rebecca Dautremer

Adorámos ver este trabalho no "Andorinha"!
Obrigada pela partilha. LINDO! LINDAS!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Semana das Ciências VII - Palestra Lúpus

As alunas Ana Filipa Campos, Ana Rita Franco e Lara Oliveira, do 12º C, alunas da professora Sara Rodrigues  .... passaram tardes na  biblioteca  a estudar, a pesquisar, a  recortar muitas borboletas.....

as borboletas ficaram lindas! ... e todos os participantes recebiam uma à entrada no auditório José Saramago...

Iriamos assistir à Palestra sobre o Lúpus Eritematoso  os oradores  foram


Dr Pedro Carreira


 Dra Bárbara Lobão

  médicos de medicina interna, no Hospital de São Bernardo, em Setúbal.


A palestra foi  muito esclarecedora ... e no final  foram colocadas, pelos alunos, questões  muito pertinentes.


A  equipa da Biblioteca felicita as organizadoras do evento, a professora  Sara Rodrigues  e  todos os envolvidos.



Semana da Ciência VI - Exposição do Sistema Solar

Na sala tradicional da nossa biblioteca está uma exposição dos alunos do 7º ano orientados pelo professor Sérgio Lopes e pela professora Ana Carneirinho

Os alunos fizeram os planetas assim como o seu bilhete de identidade....
Outros alunos imaginaram os seus habitantes....


como por exemplo O Uraniano ...


As alunas Margarida Pereira, Sara Vermelhudo e Marta Portela, do 7º A, escreveram o seguinte texto a propósito deste habitante....

O uraniano, que chamámos Uraco, é o habitante de Urano.
A dieta de Uraco baseia-se em metano, o que lhe dá uma bonita cor azul que lhe permite passar despercebido entre os gases do planeta - por isso ainda nenhuma sonda o descobriu!
Para aspirar os gases, usa uma boca em tubo.
Não tem braços nem pernas pois flutua porque Urano é um planeta gasoso.
É gordo para se proteger do frio que faz em Urano, já distante do sol.
A grande distância ao sol é responsável pelo ambiente escuro do planeta. Uraco desenvolveu uma lanterna biológica na cabeça para poder ver o que o rodeia.
Mas há mais....  vejamos o Mercuriano...


A Margarida Almeida, Maria Rosa e Raquel Soares, do 7º A  imaginaram que...

O mercuriano, ao qual chamamos Mercurial, é o habitante de Mercúrio. Como todos os Mercuriais, é um ser enorme devido à pequena gravidade do planeta que habita.
Tem um corpo enorme parecido com um grande frasco de plástico, que é um mau condutor de calor – indispensável num planeta onde é muito quente de dia e muito frio de noite. Ainda assim, à noite veste-se com enormes casacos, para suportar as baixas temperaturas - o padrão da moda é o padrão jornal.
A cabeça é enorme e semelhante a um balão que incha devido à baixa pressão atmosférica (Mercúrio não tem atmosfera). Às vezes, a cabeça chega mesmo a rebentar. Rapidamente, o Mercurial substitui a cabeça rebentada por outra que tem sempre à mão numa mala.
O desporto preferido em Mercúrio é o Meteoroide à Vista - ganha quem não levar com um meteorito em cima. Há várias vítimas nas crateras do planeta - é um desporto perigoso…
Os Mercuriais adoram viver em Mercúrio, pois como é pequeno e eles são enormes, nunca se perdem e conhecem toda a gente.
Parabéns a todos alunos envolvidos nesta atividade e aos professores!
A Biblioteca está orgulhosa de mostrar os vossos trabalhos e colaborar com os professores.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Semana das Ciências V - Campeonato Quiz Astronomia



A nossa escola participa este ano pela primeira vez no Campeonato EscolarSuperTmatik Quiz Astronomia, promovido pela editora Eudáctica.

Integrada na Semana das Ciências, decorreu a primeira fase deste concurso no dia 14 de Fevereiro, com o torneio inter-turmas destinado a alunos do 7º ano.

O vencedor desta fase, e que representará a escola na Grande Final online a nível nacional, disputando o títulode Campeão Nacional Supermatik Astronomia 2012, foi o aluno Daniel Marques do 7ºA.

Todos os participantes estão de parabéns pelo envolvimento e pelo fair play demonstrados.
Ao vencedor, desejos de boa sorte para a fase que se avizinha!

Semana das Ciências IV - Palestra Professor Manuel Fiolhais

Ontem foi assim...
O entusiasmo dos alunos da professora Ema Paes era visível...

Hoje.... a nossa escola recebeu o Professor Manuel Fiolhais,   falou-nos de Física Moderna no Ensino Secundário.
O auditório José Saramago estava cheio...

A Sra Diretora, Maria José Miguel, e a professora Ema Paes deram as boas vindas


Os nossos queridos alunos presentearam o professor Manuel Fiolhais, os alunos e todos os convidadados com dois poemas do Antóneo Gedeão.
Escolhemos a poesia de António Gedeão porque traduziu como ninguém, a ciência para os leigos, desvendando segredos científicos com a mesma simplicidade com que os exemplificava.
Máquina do Mundo
O Universo é feito essencialmente de coisa nenhuma.
Intervalos, distâncias, buracos, porosidade etérea.
Espaço vazio, em suma.
O resto é matéria.
Daí, que este arrepio,
este chamá-lo e tê-lo, erguê-lo e defrontá-lo,
esta fresta de nada aberta no vazio,
deve ser um intervalo.
António Gedeão (1961
 e... não podia faltar...

Poema para Galileo
(…) Eu queria agradecer-te, Galileo,
a inteligência das coisas que me deste.
Eu, e quantos milhões de homens como eu
A quem tu esclareceste,
Ia jurar – que disparate, Galileo! –
e jurava a pés juntos, e apostava a cabeça
Sem a menor hesitação –
Que os corpos caem tanto mais depressa
Quanto mais pesados são.
Pois não é evidente, Galileo?
Quem acredita que um penedo caia
Com a mesma rapidez que um botão de camisa ou que
Um seixo da praia?
(…)
Tu é que sabias, Galileo Galilei.
(…)do alto inacessível das suas alturas,
foram caindo,
caindo,
caindo,
caindo,
caindo sempre,
 e sempre, ininterruptamente,
na razão directa do quadrado dos tempos.
António Gedeão (1968)

E depois as palavras ... as excelentes, sabedoras e muito claras  palavras do professor Manuel Fiolhais
 Obrigada Professor Manuel Fiolhais!
Esta palestra  teve o empenho e muita dedicação da professora Ema Paes, dos seus alunos  e o  apoio da professora bibliotecária.Não esquecendo o contributo da Texto Editora.
A todos que estiveram envolvidos, diretamente ou indiretamente, o nosso obrigada.