“-Ainda és um insecto - dizia Falco. – Nunca hás-de ser outra coisa. – Mas Lourença não só tinha dentes mais fortes; o coração também estava mais valente e não se preocupava com aquelas injúrias. Até gostava de desafiar Falco, e sabia como havia de o incomodar de variadas maneiras. Marta tinha uma quantidade de namorados a quem ela prometia amor eterno; mas…”
Agustina Bessa-Luís, DENTES de RATO, Guimarães Editores Lisboa 1995
domingo, 13 de março de 2005
segunda-feira, 7 de março de 2005
Dia Internacional da Mulher
Dia Internacional da Mulher
PORQUÊ O DIA 8 DE MARÇO
Em 1857, dia 8 de Março, as operárias de uma fábrica têxtil de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reclamarem uma redução no horário de trabalho, de 16 para 10 horas. Recebiam menos de um terço do salário dos homens. Foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarou um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.
Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". Em 1975 a Assembleia-geral das Organizações das Nações Unidas (ONU) decretou o dia 8 de Março como Dia Internacional da Mulher
PORQUÊ O DIA 8 DE MARÇO
Em 1857, dia 8 de Março, as operárias de uma fábrica têxtil de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reclamarem uma redução no horário de trabalho, de 16 para 10 horas. Recebiam menos de um terço do salário dos homens. Foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarou um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.
Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". Em 1975 a Assembleia-geral das Organizações das Nações Unidas (ONU) decretou o dia 8 de Março como Dia Internacional da Mulher
domingo, 6 de março de 2005
domingo, 27 de fevereiro de 2005
OS LIVROS ESCOLHIDOS POR Emília Simões:
(continuação)O FEITICEIRO E A SOMBRA, de Ursula K. Le Guin, faz parte de uma obra chamada Trilogia de Terramar. Terramar é um mundo onde a tecnologia é essencialmente baseada na magia, havendo feiticeiros de vários graus e competências. É uma história de descoberta interior e de aprendizagem da mais essencial das sabedorias: a aceitação das nossas contradições e a sua resolução através de uma demanda incansável.
Ged, brilhante aprendiz da Escola de Feiticeiros, soltou um terrível demónio por causa de uma competição mesquinha com outro aprendiz. Esse demónio semeia o terror em toda a extensão de Terramar, e o dever obriga Ged a libertar o mundo deste demónio que os seus actos criaram.
Dragões, pedras malévolas, seres fabulosos e amigáveis, feiticeiros maus e amigos sinceros, estarão presentes nesta demanda, mas vencer o demónio será um acto de extrema solidão para Ged, que foi até onde ninguém ainda fora no Olha-Longe, o barco que ele próprio construiu com toda a sua arte de grande feiticeiro.
A NOITE E O RISO, de Nuno Bragança, constrói-se numa escrita muito própria, suponho que no domínio do chamado surrealismo.
Uma narrativa de angústia, perda e amor particularmente tocante e bem estruturada, e um retrato dos anos sessenta muito conseguido, por vezes chocante, por vezes lírico, belo e incontornável sempre.
JACQUES LE FATALISTE, de Diderot, é percorrido por uma ironia sábia e uma crítica muito fina a múltiplos aspectos não só do Ancien Régime mas também da natureza humana em geral.
Jacques, criado particular dum gentilhomme, viaja com o seu amo, e vai discorrendo com intenso cepticismo sobre a realidade das coisas e das pessoas, inspirado pelos acontecimentos com que se vão deparando. Muito interessante e completamente corrosivo!...
Ged, brilhante aprendiz da Escola de Feiticeiros, soltou um terrível demónio por causa de uma competição mesquinha com outro aprendiz. Esse demónio semeia o terror em toda a extensão de Terramar, e o dever obriga Ged a libertar o mundo deste demónio que os seus actos criaram.
Dragões, pedras malévolas, seres fabulosos e amigáveis, feiticeiros maus e amigos sinceros, estarão presentes nesta demanda, mas vencer o demónio será um acto de extrema solidão para Ged, que foi até onde ninguém ainda fora no Olha-Longe, o barco que ele próprio construiu com toda a sua arte de grande feiticeiro.
A NOITE E O RISO, de Nuno Bragança, constrói-se numa escrita muito própria, suponho que no domínio do chamado surrealismo.
Uma narrativa de angústia, perda e amor particularmente tocante e bem estruturada, e um retrato dos anos sessenta muito conseguido, por vezes chocante, por vezes lírico, belo e incontornável sempre.
JACQUES LE FATALISTE, de Diderot, é percorrido por uma ironia sábia e uma crítica muito fina a múltiplos aspectos não só do Ancien Régime mas também da natureza humana em geral.
Jacques, criado particular dum gentilhomme, viaja com o seu amo, e vai discorrendo com intenso cepticismo sobre a realidade das coisas e das pessoas, inspirado pelos acontecimentos com que se vão deparando. Muito interessante e completamente corrosivo!...
du Bocage para ...
Eu me ausento de ti, meu pátrio Sado,
Mansa corrente deleitosa, amena,
Em cuja praia o nome de Filena
Mil vezes tenho escrito, e mil beijado:
Nunca mais me verás entre o meu gado
Soprando a namorada e branda avena,
A cujo som descias mais serena,
Mais vagarosa para o mar salgado:
Devo enfim manejar por lei da sorte
Cajados não, mortíferos alfanges
Nos campos do colérico Mavorte;
E talvez entre impávidas falanges
Testemunhas farei da minha morte
Remotas margens, que humedece o Ganges.
Mansa corrente deleitosa, amena,
Em cuja praia o nome de Filena
Mil vezes tenho escrito, e mil beijado:
Nunca mais me verás entre o meu gado
Soprando a namorada e branda avena,
A cujo som descias mais serena,
Mais vagarosa para o mar salgado:
Devo enfim manejar por lei da sorte
Cajados não, mortíferos alfanges
Nos campos do colérico Mavorte;
E talvez entre impávidas falanges
Testemunhas farei da minha morte
Remotas margens, que humedece o Ganges.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2005
CONCURSO "O AGULHEIRO DOS SÁBIOS"

REGULAMENTO DO CONCURSO
Objectivos
· Estabelecer uma ligação cultural e educativa face ao património local e geral
· Desenvolver a capacidade de investigação
· Promover o conhecimento de Bocage e da época em que viveu
Tema
· Bocage e a sua época (século XVIII)
Destinatários
· Alunos dos ensinos básico e secundário da Escola Secundária de Bocage
Inscrições
· As inscrições devem ser feitas na Biblioteca da E.S.B., até 15 de Março de 2005
Calendário
· Duas fases: 1ª -7 de Abril, às 15:15, no Auditório José Saramago
2ª- 12 de Maio, às 15:15, no Auditório José Saramago
Tipologia das Provas
· Na 1ª fase, será aplicado um questionário de escolha múltipla com 40 questões
· Na 2ª fase, será redigido um texto de carácter criativo
Obras de referência
A informação para consulta e estudo está disponível na Biblioteca e no Blog
· Obras de Bocage, Lello & Irmão Editores (Prefácio de Teófilo Braga)
· Dicionário de Literatura, J. Prado Coelho
· História da Literatura, Óscar Lopes e A. J. Saraiva
· Bocage, Gigantes da Literatura Universal, Verbo Ed.
· História da Ciência e da Tecnologia, o Século das Luzes, Edições Asa
Júri
· Será constituído por docentes de diferentes grupos disciplinares da E.S.B.
Critérios de Avaliação
· Capacidade de pesquisa
· Selecção e rigor na organização da informação
· Originalidade e criatividade
Classificação dos concorrentes
· 1ª Fase:
- Básico - Passam à 2ªfase os alunos que obtiverem uma
pontuação igual ou superior a 50 pontos
- Secundário – Passam à 2ªfase os alunos que obtiverem uma pontuação
igual ou superior a 65 pontos
· 2ª Fase:
- Básico – uma produção escrita com 20 linhas
- Secundário – uma produção escrita com 30 linhas
Prémios
· Todos os concorrentes receberão um Diploma de Participação
· Para os três primeiros classificados, do ensino básico:
1º - Um leitor de MP3
2º -Uma viagem no Rio Sado
3º - Um exemplar da Enciclopédia da História em CD-ROM - Porto Editora
· Para os três primeiros classificados, do ensino secundário:
1º - Um leitor de MP3
2º - Um fim-de-semana num Albergue da Juventude (alojamento)
3º - Um exemplar da História da Literatura Portuguesa em CD-ROM - Porto Editora
Nota: Não poderão participar os alunos que sejam familiares da equipa organizadora deste projecto.
Entretanto, vai pesquisando e aprendendo mais sobre Bocage e o fabuloso século XVIII:
Informação on-line:
http://www.citi.pt/cultura/literatura/poesia/bocage/arcadia.html
http://www.citi.pt/cultura/literatura/poesia/bocage/arcadia.html
http://www.olharliterario.hpg.ig.com.br/biobocage.htm
http://bocage.no.sapo.pt/
http://faroldasletras.no.sapo.pt/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Iluminismo
http://www.rede-nonio.min-edu.pt/es/fam_freitas_branco/portugues/xviii.htm
http://www.instituto-camoes.pt/cvc/azulejos/sec18a.html
http://www.malhatlantica.pt/germanobagao/ensino/html/arevolucaodosecxviii.htm http://gallica.bnf.fr/themes/SciXVIII.htm
http://www.ci.uc.pt/artes/6spp/frames.html
http://www.petiscos.com/bebidas/index_bebidas_vinhos1.php4#sec5
http://www.arqnet.pt/portal/portugal/barroco/bar1765.html
http://www.marquise.de/en/1700/index.shtml http://www.prof2000.pt:9999/users/ceb/default.asp
http://rotas.fbnet.pt/0102/a05-00-00.shtml
http://www.instituto-camoes.pt/cvc/ciencia/p2.html
http://www.arqnet.pt/dicionario/joao5.html
http://www.arqnet.pt/dicionario/maria1.html
http://www.arqnet.pt/dicionario/pombal1m.html
http://www.arqnet.pt/dicionario/pinamanique.html
http://educaterra.terra.com.br/voltaire/cultura/iluminismo.htm
http://www.saberhistoria.hpg.ig.com.br/nova_pagina_110.htm
http://www.instituto-camoes.pt/cvc/literatura/iluminismo.htm
http://www.mundodosfilosofos.com.br/rosseau.htm
http://www.mundocultural.com.br/literatura1/arcadismo/bocage1/imagens.asp#
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