Mostrar mensagens com a etiqueta Atividades. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Atividades. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Obrigada, amigos!
Foi tão bom ver alunos e professores na nossa Feira do Livro!
Apesar da crise, apesar das dificuldades que sentimos, ainda vamos comprando um livrinho de vez em quando, não é verdade? Quem gosta de ler...
Os nossos preços "pequeninos" e a a ajuda das editoras LEYA, da Livraria Fugas Lusas, de Setúbal, e da escritora Teresa Martinho Marques, contribuiram muito para que tudo corresse bem. Muito obrigada a todos.
Apesar da crise, apesar das dificuldades que sentimos, ainda vamos comprando um livrinho de vez em quando, não é verdade? Quem gosta de ler...
Os nossos preços "pequeninos" e a a ajuda das editoras LEYA, da Livraria Fugas Lusas, de Setúbal, e da escritora Teresa Martinho Marques, contribuiram muito para que tudo corresse bem. Muito obrigada a todos.
Etiquetas:
A nossa Biblioteca,
Atividades,
exposição,
Livros e Leituras,
Notícias,
promoção da leitura
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Ler dá Prémios!
Logo de manhã... cá estavam os nossos alunos para responderem ao desafio lançado pela Biblioteca Escolar em parceria com a porto Editora. Inscreveram-se 13 alunos e compareceram 10 alunosPara saberes mais sobre esta colecção CLICA em » Cherub...
E os vencedores foram...
Catarina Ferreira ( 7º ano) , Maria Grebe (8º ano), Alice Ferreira (9º ano) e Riksy López ( 7º ano)... Parabéns!!
Os vencedores receberam uma t-shirt e um livro da colecção.
mas todos participantes ganharam um certificado e um presente.
A Equipa da BIBLIOTECA ESCOLAR deseja a todos boas leituras e a todos ... os nossos Parabéns!!!
Etiquetas:
A nossa Biblioteca,
Atividades,
Concurso,
Livros e Leituras
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Na Biblioteca …. a leitura do livro O Recruta dá prémios!
Os agentes da CHERUB têm todos menos de dezassete anos. Vestem calças de ganga e t-shirts, e parecem crianças perfeitamente normais¿ mas não são.
Eles são profissionais treinados, enviados para missões de espionagem contra terroristas e traficantes de drogas temidos internacionalmente. Mas, para efeitos oficiais, estas crianças NÃO EXISTEM.
James é o mais recente recruta da CHERUB. É brilhante a Matemática e a CHERUB precisa dele. Esperam-no cem dias de recruta!
A aventura está a começar...
Lê o livro – O Recruta - e dia 28 de Novembro, às 9.50h (no intervalo) vem à Biblioteca responder a um pequeno questionário sobre o livro. Os alunos mais atentos, os que mais questões acertarem… ganham prémios!
Começa já a ler! Requisita um exemplar na Biblioteca.
Os agentes da CHERUB têm todos menos de dezassete anos. Vestem calças de ganga e t-shirts, e parecem crianças perfeitamente normais¿ mas não são.
Eles são profissionais treinados, enviados para missões de espionagem contra terroristas e traficantes de drogas temidos internacionalmente. Mas, para efeitos oficiais, estas crianças NÃO EXISTEM.
James é o mais recente recruta da CHERUB. É brilhante a Matemática e a CHERUB precisa dele. Esperam-no cem dias de recruta!
A aventura está a começar...
Lê o livro – O Recruta - e dia 28 de Novembro, às 9.50h (no intervalo) vem à Biblioteca responder a um pequeno questionário sobre o livro. Os alunos mais atentos, os que mais questões acertarem… ganham prémios!
Começa já a ler! Requisita um exemplar na Biblioteca.
Etiquetas:
Atividades,
BESB,
Concurso,
Livros e Leituras,
promoção da leitura
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
O cientista do mês de Novembro
António Damásio
É autor de uma obra já vasta e interessantíssima, conhecida mundialmente, o que muito nos orgulha.
Actualmente, dirige o Brain and Criativity Institute da University of South California e é professor adjunto do Salk Institute.
Para mais informações, sugerimos estas leituras:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Dam%C3%A1sio
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=1210&op=all
http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/antonio-damasio-o-neurocientista-poe-a-mao-na-consciencia-1461526
...e esta entrevista:
http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=25102&e_id=&c_id=1&dif=tv
Etiquetas:
A nossa Biblioteca,
Atividades,
Ciências,
exposição,
Homenagem
domingo, 30 de outubro de 2011
A Biblioteca ajuda!
Com o objectivo de facilitar e colaborar com alunos e professores na adopção de estratégias que diversifiquem e motivem mais para as diversas aprendizagens, temos à vossa
disposição guiões de pesquisa e orientações que permitirão, certamente, o desenvolvimento de uma série de competências transversais. Exemplos:
- “COMO TIRAR APONTAMENTOS?”
- “COMO APRESENTAR UM TRABALHO ESCRITO?”
- “COMO FAZER UM ARTIGO CIENTÍFICO?”
- “COMO FAZER UMA BIBLIOGRAFIA?”
- “COMO ENCONTRAR UM LIVRO E/OU UM ASSUNTO?”
Encontram-se no balcão da Recepção da BE e, em formato digital, na Plataforma Moodle (disciplina Biblioteca) http://www.moodle.esbocage.com/login/index.php
terça-feira, 18 de outubro de 2011
12º Campo de Trabalho para Jovens (Direitos Humanos)
Estão abertas as inscrições para o 12º Campo de Trabalho para Jovens que se realiza entre os dias 29 de Outubro e 1 de Novembro de 2011, na Pousada de Juventude de Almada.
Durante estes quatro dias, jovens de todo o país, com idades entre os 15 e os 18 anos, vão poder dedicar-se exclusivamente ao debate de temas relacionados com os Direitos Humanos.
Jogos, dinâmicas, trabalhos de grupo e fotografia são algumas das formas que usaremos para perceberes como podes contribuir para a sensibilização sobre os temas que vamos abordar no programa: a Amnistia Internacional, o papel dos Jovens no activismo, a Discriminação e a Pobreza.
A inscrição tem um custo de 35 euros por participante, o que inclui materiais, alimentação, alojamento e transporte no local.
Vê aqui imagens das edições anteriores.
Inscreve-te até ao dia 23 de Outubro. Vem descobrir como tu podes fazer a diferença!
Mais informações pelo email campodetrabalho@amnistia-internacional.pt
Para esclarecimentos adicionais contactar Daniel Oliveira ou Luísa Marques - telef. 213 861 652.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Exposição sobre a REPÚBLICA
Etiquetas:
Atividades,
BESB,
Comemorações,
exposição,
Homenagem,
promoção da leitura
O Cientista do Mês
Etiquetas:
Atividades,
BESB,
Ciências,
exposição,
Homenagem,
Livros e Leituras,
promoção da leitura
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Exposição comemorativa da 1ª República
Etiquetas:
Atividades,
BESB,
Comemorações,
EXPOSIÇÕES,
História,
Homenagem,
Livros e Leituras
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Concurso promovido pela PORDATA - RBE
A Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares lança o Concurso PORDATA - RBE.
O concurso de 2011-12 está aberto a todas as escolas com ensino secundário da rede pública e escolas privadas representadas na AEEP.
Para concorrer, as escolas deverão dinamizar e apoiar a elaboração de trabalhos curriculares, tendo por fonte principal de informação a base de dados PORDATA e enviar-nos o melhor trabalho da escola, selecionado internamente pelos professor orientador e professor bibliotecário, até 24 de março de 2012.
Paralelamente ao concurso, será organizado um programa de ações de formação para o uso da PORDATA, o qual será prioritariamente dirigido às escolas com ensino secundário não contempladas no plano de formação de 2010-11. As ações terão por destinatários o professor biliotecário da escola/ agrupamento e um pequeno grupo de alunos/ professores interessados em desenvolver trabalhos curriculares a partir da PORDATA.
Para mais informações (ofício de abertura, regulamento, itens para apreciação dos trabalhos, referências e citações bibliográficas, folheto do concurso e cartaz) ver aqui.
Esclare-te connosco e/ou fala com o teu professor.
Etiquetas:
Atividades,
BESB,
Concurso,
Notícias
quinta-feira, 26 de maio de 2011
NÃO TE ESQUEÇAS! O NOSSO CONCURSO DE FOTOGRAFIA!

Os trabalhos devem:
• contemplar exclusivamente quaisquer elementos do património natural da nossa escola;• ter a dimensão de 15x20 cm;
• ser entregues na BE, devidamente acondicionados num envelope fechado, com a indicação “CONCURSO DE FOTOGRAFIA”, nome e contacto do concorrente e título, solicitando a recepção dos mesmos;
CONCORRAM!
Ficarão expostos na nossa Biblioteca de 21 de Junho (entrega dos prémios) a 15 de Julho
quinta-feira, 19 de maio de 2011
TERÇAS A LER - TEATRO A BARRACA (LISBOA) - ENTRADA LIVRE
Nas primeiras e segundas terças-feiras de cada mês, às 19h, durante menos de 90 minutos, o Teatro A Barraca dinamiza a Leitura em Lisboa, num itinerário que reune muitos e bons autores portugueses contemporâneos, em sessões gratuitas. Destacámos do programa as ofertas de Maio e Junho:
MAIO
3 de Maio. Cartas de Cesariny e Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes - Correspondência
10 de Maio. Carlos Mota d’Oliveira O Poeta ao Sul (com presença do poeta) - Poesia
17 de Maio. Seara de Vento - Ficção, Manuel da Fonseca
24 de Maio. O Homem que se Arranjou - Teatro, Ramada Curto
JUNHO
7 de Junho. Adolfo Casais Monteiro - Correspondência familiar
14 de Junho. O Feminino em Pessoa – com a particip. de João D’Ávila - Poesia
21 de Junho. O Senhor Ventura - Ficção, Miguel Torga
28 de Junho. Gladiadores - Teatro, Alfredo Cortez
Dia Mundial da Poesia na nossa Biblioteca
Publicamos hoje os trabalhos enviados para o CONCURSO supracitado. Em breve divulgaremos os 3 primeiros classificados.
E é assim, por natureza,
Nesta longa noite de Outubro,
Em que a chuva fustiga os vidros
E o vento dilacera o meu rosto,
Que o passado me sussurra aos ouvidos.
Oh, quão tolo eu sou,
Quão humanamente minha alma sofre,
Quantos erros cometi,
E cometo e voltarei a cometer,
E porquê? Tudo por ti.
Quantos foram os olhares,
Quantos foram os sorrisos,
Quantas foram as glórias,
E agora, simplesmente,
Quantas são as memórias
Foram muitas as esperanças,
Um simples abraço,
Os bateres de coração,
Um simples gesto, uma palavra,
E para quê? Tudo em vão.
O ontem ainda permanece,
Aqui tão próximo de mim
Ainda sinto, ainda sei,
Tu nunca te esquecerás,
Quer por amor, quer por desdém, ou lei.
O quanto eu esperei, ansiosamente,
E o quanto eu vivi, verdadeiramente,
O quanto eu sorri, espontaneamente,
O quanto eu chorei, secretamente,
E o quanto eu esqueci, falsamente.
Ainda assim, lá continuas tu,
Tão longe, tão perto, realmente,
Num espelho falso e desfeito,
Numa memória fria e vaga,
Mas estás lá, na vida em seu leito.
E o quão burro fui ao agir sem pensar
Ontem, hoje, amanhã e sempre…
Porque cá estou eu, mortal,
E aí permaneces tu, como sempre,
Trivial, ausente e banal.
E neste compasso de mentiras,
Numa melodia que engana,
Num ritmo falso de balada,
Eu iludo-me, oh, quão ingénuo!
Quão grande foi a tua facada.
Senti… fui uma criança tola
E também tu o eras, como eu,
Perdendo nossa infância e alegria,
Tal felicidade, tal amizade
E para quê? Oh, que monotonia!
E eu, simples e inconscientemente
Me deixo seduzir pela mentira,
De novo, novamente,
Porque oh, sabe tão bem,
Tão real, tão contente!
Mas ainda assim, e é assim,
Nesta longa noite de Outubro,
Em que a chuva fustiga os vidros,
E o vento dilacera o meu rosto
Que o passado me sussurra aos ouvidos.
E tu surges na minha mente
E eu me lembro de ti.
Anónimo
E é assim, por natureza,
Nesta longa noite de Outubro,
Em que a chuva fustiga os vidros
E o vento dilacera o meu rosto,
Que o passado me sussurra aos ouvidos.
Oh, quão tolo eu sou,
Quão humanamente minha alma sofre,
Quantos erros cometi,
E cometo e voltarei a cometer,
E porquê? Tudo por ti.
Quantos foram os olhares,
Quantos foram os sorrisos,
Quantas foram as glórias,
E agora, simplesmente,
Quantas são as memórias
Foram muitas as esperanças,
Um simples abraço,
Os bateres de coração,
Um simples gesto, uma palavra,
E para quê? Tudo em vão.
O ontem ainda permanece,
Aqui tão próximo de mim
Ainda sinto, ainda sei,
Tu nunca te esquecerás,
Quer por amor, quer por desdém, ou lei.
O quanto eu esperei, ansiosamente,
E o quanto eu vivi, verdadeiramente,
O quanto eu sorri, espontaneamente,
O quanto eu chorei, secretamente,
E o quanto eu esqueci, falsamente.
Ainda assim, lá continuas tu,
Tão longe, tão perto, realmente,
Num espelho falso e desfeito,
Numa memória fria e vaga,
Mas estás lá, na vida em seu leito.
E o quão burro fui ao agir sem pensar
Ontem, hoje, amanhã e sempre…
Porque cá estou eu, mortal,
E aí permaneces tu, como sempre,
Trivial, ausente e banal.
E neste compasso de mentiras,
Numa melodia que engana,
Num ritmo falso de balada,
Eu iludo-me, oh, quão ingénuo!
Quão grande foi a tua facada.
Senti… fui uma criança tola
E também tu o eras, como eu,
Perdendo nossa infância e alegria,
Tal felicidade, tal amizade
E para quê? Oh, que monotonia!
E eu, simples e inconscientemente
Me deixo seduzir pela mentira,
De novo, novamente,
Porque oh, sabe tão bem,
Tão real, tão contente!
Mas ainda assim, e é assim,
Nesta longa noite de Outubro,
Em que a chuva fustiga os vidros,
E o vento dilacera o meu rosto
Que o passado me sussurra aos ouvidos.
E tu surges na minha mente
E eu me lembro de ti.
Anónimo
Caminhei sozinho pela província,
Pequena terra de aldeões
Meninas lindas de outrora
São fatais beldades, agora,
De Castelos e Castelões
Daquilo que vi apenas sei
Que até agora nada encontrei
Caminhei sozinho pela cidade
Pessoas inundam a urbanidade
Com o charme de um Channel
Contrasta a puta de um bordel
Qual a chave do meu coração?
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho pela avenida
Virei na esquina de uma ruela
Canais interligados de mistério
Em cada beco o adultério
Ao longe sinto o perfume dela
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho pelo abismo
Momentos tristes de solidão
A falta que me fazias
Em mortais e enublados dias
Em cruéis choros do coração
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho pela estrada,
Deserto, atípico, no meio do nada
Mulheres e mais mulheres que passam
Ninguém me interessa, façam o que façam
Apenas te procuro, nas asas de uma fada
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho pelo campo
Sol, calor que ilumina um verde assim
De esperança se fez a minha vida
O cheiro das flores minha guarida
Teu aroma que sinto perto de mim
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho sobre o mar
Elemento natural da tranquilidade
Ondas que abanam o dia-a-dia
Espelho que reflectiu quem eu seria
Jamais me mostrou tua verdade
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho sobre o fogo
Que o poeta diz arder sem se ver
Simples humano é quem o desmentir
Nem poderia, insistes em fugir
E eu passo pelo inferno para te ter
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho na floresta
Neblina crua e gritante
Medos fatídicos de solidão
Não por outras, pelo coração
De um só amor tal e qual Dante
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho pelo ar,
Frio, gélido que a alma congela
Brisas refrescantes de amor
Conservam em mim o teu calor
Diz-me pai, onde andará ela?
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho pela terra
Tu vagueias no meu pensamento
Força divina de um tormento
Saber que existes e eu te invento
Aos olhos do amor não tem fundamento
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho pelo mundo
Sentimentos vários percorri
Quatro cantos explorei
Não sei de nada… Só por ti sei
O sentido que tudo tem contigo aqui
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho pelas estrelas
Num manto escuro, vi-te passar
Rápida tal qual a flecha
Sedutora, como uma gueixa
Irradiando o brilho do teu olhar
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho pela galáxia
Em planetas vi o teu rosto
Outros “seres” sem igual
Mas nenhum ar angelical
Que tédio, que desgosto!
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho pelo Céu
O Purgatório percorri por ti
Anjos disseram-me ao ouvido
A que procuras, Romeu querido
É Julieta e não está aqui
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho até ao Inferno
Desci nove degraus de pecados
Em busca de ti, essência do meu ser
Enfrentei o próprio Lúcifer
Obtive a resposta dos mal-amados
Daquilo que vi apenas sei
Até agora nada encontrei
Caminhei sozinho por aí
Num lado qualquer
Vi-te ao longe e sorri
Tu sorriste e vieste a mim
Eras tu a tal mulher
Tantos locais percorridos
Tanta força de vontade
Não foi a pressa que me valeu
Esperança, essa permaneceu
De encontrar a cara-metade
Porque todos temos uma
E tu és minha, tenho certeza
É o amor que sinto nos momentos
Que revelam os sentimentos
Cativos a essa tal beleza
Agora que te encontrei
Só contigo tudo perdura
Começou uma nova vida
Terminou minha procura.
Daquilo que vi apenas sei
És o amor que finalmente encontrei.
Fábio Machuqueiro
Sentimento que permanece
É difícil admitir,
Que dia após dia,
Te continuo a sentir,
Quero apagar-te,
Mas não dá,
Quero em ti não mais pensar,
Mas estás sempre cá e lá…
Porque será?
Muitas perguntas tenho para te fazer,
Mas por palavras,
Não sei bem o que dizer,
Foste sempre a pessoa,
Que me conseguiu entender,
Oxalá pudesse eu saber expressar,
Aquilo que para mim continuas a ser,
Quando olho para ti,
Não é só beleza que vejo,
Mas sim,
A miúda que desejo,
Aquela que me aquece,
E que dia e noite
Perto de mim sempre apetece,
Por isso permanece
Deixa -me sentir o teu calor,
Levemente,
Chamar-te “meu amor”,
Mesmo que não correspondas,
Deixa-me sentir este calor
Com um beijo na face
E muito, mesmo muito AMOR!
Carlos Semedo
É difícil admitir,
Que dia após dia,
Te continuo a sentir,
Quero apagar-te,
Mas não dá,
Quero em ti não mais pensar,
Mas estás sempre cá e lá…
Porque será?
Muitas perguntas tenho para te fazer,
Mas por palavras,
Não sei bem o que dizer,
Foste sempre a pessoa,
Que me conseguiu entender,
Oxalá pudesse eu saber expressar,
Aquilo que para mim continuas a ser,
Quando olho para ti,
Não é só beleza que vejo,
Mas sim,
A miúda que desejo,
Aquela que me aquece,
E que dia e noite
Perto de mim sempre apetece,
Por isso permanece
Deixa -me sentir o teu calor,
Levemente,
Chamar-te “meu amor”,
Mesmo que não correspondas,
Deixa-me sentir este calor
Com um beijo na face
E muito, mesmo muito AMOR!
Carlos Semedo
Ode Triunfal, à maneira de Álvaro de Campos
Ó cidades poluídas, governo corrupto, mentalidade capitalista e individualista
Pudera eu mudar o Mundo e veriam como o transformaria.
Findavam as injustiças, as listas de espera e a podridão social que por aí se alastra
Dá náuseas este país assim parado e sem nada evoluir
Lá fora, tudo se cria, tudo nasce, tudo acontece
Aqui, pelo contrário, tudo se perde, tudo morre, nada se renova.
Há que abrir as portas, bem abertas, ao desenvolvimento, à evolução, à transfiguração, que é disso que este país precisa!
E no fundo, é o que todos nós ansiamos e procuramos
Ser inovadores, descobridores, criadores e revolucionários…
Escavar um buraco e lá enterrar todos os males desta sociedade.
É na saúde, é na educação, é na cultura e na política
A crise alastrou aos mais diversos domínios
E os que com ela sofrem? Ah, esses são sempre os mesmos!
O povo, os pequenos, que sem nenhuma culpa, arrecada as consequências mais dolorosas, das acções desta minoria corrupta e deteriorada, corrompida e estragada
A que chamam de Governo!
Que a esses, que ricos nascem e ricos permanecem, a crise não afecta
Nem nunca vai incomodar, porque a escassez e a carência de estruturas, de capital, de mecanismos, de instituições, de empregos e serviços…
Fica reservada para aqueles que lhe têm direito.
É justo? Há justiça? Igualdade? Só para uma minoria. A minoria que por ela pode pagar.
O que fizeram à beleza e eficácia do Direito, da Justiça e da Segurança?
À paz social, à harmonia, à igualdade e à honestidade?
Andam por aí perdidas, camufladas, esquecidas…
E é isto, é por isto que temos que lutar, que revolucionar e com muita força desejar
Uma sociedade verdadeiramente democrática, onde todos possamos viver e desfrutar do que este maravilhoso Mundo nos oferece e propicia.
Eu acredito. Adormeço a acreditar e de igual maneira todas as manhãs acordo
Mas ai, tristeza frustrante que por vezes esmaga estes meus desejos e vontades…
Pudera eu ser uma máquina perfeita, com um motor refulgente
A mais alta tecnologia para pôr este país a funcionar!
Ana
Ó cidades poluídas, governo corrupto, mentalidade capitalista e individualista
Pudera eu mudar o Mundo e veriam como o transformaria.
Findavam as injustiças, as listas de espera e a podridão social que por aí se alastra
Dá náuseas este país assim parado e sem nada evoluir
Lá fora, tudo se cria, tudo nasce, tudo acontece
Aqui, pelo contrário, tudo se perde, tudo morre, nada se renova.
Há que abrir as portas, bem abertas, ao desenvolvimento, à evolução, à transfiguração, que é disso que este país precisa!
E no fundo, é o que todos nós ansiamos e procuramos
Ser inovadores, descobridores, criadores e revolucionários…
Escavar um buraco e lá enterrar todos os males desta sociedade.
É na saúde, é na educação, é na cultura e na política
A crise alastrou aos mais diversos domínios
E os que com ela sofrem? Ah, esses são sempre os mesmos!
O povo, os pequenos, que sem nenhuma culpa, arrecada as consequências mais dolorosas, das acções desta minoria corrupta e deteriorada, corrompida e estragada
A que chamam de Governo!
Que a esses, que ricos nascem e ricos permanecem, a crise não afecta
Nem nunca vai incomodar, porque a escassez e a carência de estruturas, de capital, de mecanismos, de instituições, de empregos e serviços…
Fica reservada para aqueles que lhe têm direito.
É justo? Há justiça? Igualdade? Só para uma minoria. A minoria que por ela pode pagar.
O que fizeram à beleza e eficácia do Direito, da Justiça e da Segurança?
À paz social, à harmonia, à igualdade e à honestidade?
Andam por aí perdidas, camufladas, esquecidas…
E é isto, é por isto que temos que lutar, que revolucionar e com muita força desejar
Uma sociedade verdadeiramente democrática, onde todos possamos viver e desfrutar do que este maravilhoso Mundo nos oferece e propicia.
Eu acredito. Adormeço a acreditar e de igual maneira todas as manhãs acordo
Mas ai, tristeza frustrante que por vezes esmaga estes meus desejos e vontades…
Pudera eu ser uma máquina perfeita, com um motor refulgente
A mais alta tecnologia para pôr este país a funcionar!
Ana
DEDICATÓRIA
Lembro-me de ti
Olhos que não escondem percursos de vida
Cabelos brancos, rugas sábias,
Mãos calejadas,
Pele sulcada pelo Sol
Lembro-me de ti
Orgulho-me de ti
Penso em ti…
Todos te conheciam,
Todos te estimavam,
Tinha-los todos no teu coração
Mas eu era a privilegiada
Lembro-me de ti
Sentada no teu cadeirão
Pacata e serena
Bela e frágil
A contar-me histórias de outros tempos,
De outros lugares
Agora só quero que saibas
Que me ensinaste bem
Que me amaste bem, que me protegeste bem
E por tudo o que ainda nos une
Deixo-te estes versos que a minha alma contém
Natália Freitas
Lembro-me de ti
Olhos que não escondem percursos de vida
Cabelos brancos, rugas sábias,
Mãos calejadas,
Pele sulcada pelo Sol
Lembro-me de ti
Orgulho-me de ti
Penso em ti…
Todos te conheciam,
Todos te estimavam,
Tinha-los todos no teu coração
Mas eu era a privilegiada
Lembro-me de ti
Sentada no teu cadeirão
Pacata e serena
Bela e frágil
A contar-me histórias de outros tempos,
De outros lugares
Agora só quero que saibas
Que me ensinaste bem
Que me amaste bem, que me protegeste bem
E por tudo o que ainda nos une
Deixo-te estes versos que a minha alma contém
Natália Freitas
Deste lado, nado numa leveza que construí
Que agora não consigo destruir
E deixo o que pesa nela entrar!
Seja o que for que entrar terá que ser leve,
Tornar mais leve esta aura que me envolve e que para além de tudo me faz percorrer o que gosto e desgosto, sem me cansar!
Deste lado vivo tranquilo
Por vezes pesado dos pensamentos que não me trazem felicidade
E que vão destruindo o que jamais poderá ser esquecido
Alguém propõe ouvir-me para ficar forte
Para não me deixar caído na lama como alguém fez
Eu vou deixar, deixo sim essa própria gente cair nela sozinha
E o que mais me vai aprazer é que todos os salpicos que vão saltar após a queda não me vão sujar!
Sinto-me puro, por ter entregado tudo de uma maneira maravilhosa e impecável
Sem prejudicar ninguém, e sempre me prejudicando a mim
Entreguei o que de melhor tenho, a família de quem ela, tu, um dia fez parte no meu pensamento!
Hoje penso, que viu, olhou, tirou todas as qualidades e defeitos do meu interior que vive cá fora
E hoje permanece calada sem uma palavra soar
Neste momento sei que vivi tanto, e tu viveste tão pouco!
O triste foi que tiraste uma fotografia a tudo o que era nosso
Meu e teu, emolduraste, boa! Muito bem.
Mas não a colocaste na parede do teu quarto para que toda a gente visse!
André
Amei uma pedra
Quando era pequenino
A caminho da escola,
Encontrei uma pedra
E meti-a na sacola.
Quando cheguei a casa,
Mostrei-a a toda a gente,
Todos se riram,
Mas olhavam-me de contente.
Dei um nome à pedra
Fiz dela minha amiga,
Pensava que era para sempre
Uma pedra para toda a vida.
Comecei analisando
Era preta, mais para escura
De formato redondo,
Mas era muito dura.
Sempre me acompanhou
Para todo o lugar.
Esta relação,
Era feita para durar.
Não via defeitos nela,
Só qualidades de primeira.
Eu considerava-a
Uma amiga verdadeira
Confiava na sua escuridão,
Nos seus simples gestos,
Não via a sua podridão
Nem nada do resto.
Desgastada com o tempo,
Foi-se separando aos poucos.
Só a tinha em pensamento
Perdia-a, neste mundo de loucos.
Magoou-me tanto a sua perda
Que nunca mais a quis ter.
E quando olho para a pedra
Tapo os olhos para não a ver
Piso-a, porque sim.
Pontapeio-a para a afastar,
Não a quero mais perto de mim,
Basta de me fazer chorar
Pelas pedras da calçada,
Eu vou seguindo contente.
Não me sinto incomodado,
E não tenho problemas com a mente.
No meio de muitos outros,
Eu sei que vou ser feliz.
Deixando amar quem eu amo,
Ajudando quem me quis.
Num mundo imaginário,
De pedras e fantochada.
Eu grito desalmadamente
Aquele muito Obrigada.
Uma pedra sem sentido,
Sem nenhuma direcção,
Uma vez amei uma pedra,
Que era o teu coração….
Subscrever:
Mensagens (Atom)





























